Usina solar na Ceasa de Maracanaú foi concluída em outubro

A usina solar na Ceasa de Maracanaú foi concluída em outubro de 2026, transformando parte do estacionamento em uma estrutura de geração fotovoltaica. As coberturas foram instaladas sobre as vagas de veículos.

Segundo a Secretaria da Infraestrutura do Ceará (Seinfra), a conclusão foi anunciada em 30 de outubro de 2026. O projeto recebeu recursos do Fundo de Incentivo à Eficiência Energética (FIEE), administrado pelo governo estadual.

A energia produzida deverá atender unidades da Central de Abastecimento do Ceará (Ceasa) em Maracanaú, Barbalha e Tianguá. A iniciativa envolve, portanto, entrepostos de distribuição de alimentos em três municípios cearenses.

usina solar na Ceasa de Maracanaú

Com a instalação finalizada, o desempenho da usina e a economia efetiva nas contas de energia ainda dependem dos resultados operacionais. As projeções divulgadas durante a obra não comprovam, por si só, que as reduções esperadas foram alcançadas.

Estruturas fotovoltaicas aproveitam o espaço do estacionamento da Ceasa

O projeto ocupa parte dos cerca de 13 mil metros quadrados do estacionamento da Ceasa de Maracanaú, que conta com 384 vagas. As coberturas com painéis fotovoltaicos correspondem a 4.875 metros quadrados dessa área.



As estruturas, chamadas de carports solares, cobrem as vagas e servem de suporte aos módulos fotovoltaicos. Com esse formato, a usina solar na Ceasa de Maracanaú utiliza o espaço acima dos veículos para gerar eletricidade, sem substituir a função do estacionamento.

A instalação tem potência de aproximadamente 1,4 megawatt-pico e usa módulos da fabricante chinesa Risen Energy, cada um com potência de 700 watts. Os equipamentos chegaram ao Ceará pelo Porto do Pecém antes de serem integrados à infraestrutura elétrica da unidade.

Geração prevista, unidades atendidas e etapas da implantação

A capacidade estimada de geração é de 200 mil kWh por mês. Durante a execução, a Secretaria da Infraestrutura do Ceará (Seinfra) projetou reduções nas despesas de energia de 30% em Maracanaú, 50% em Barbalha e 90% nos armazéns de Tianguá.

A autorização para construir a usina ocorreu em janeiro de 2025. A implantação foi financiada pelo Fundo de Incentivo à Eficiência Energética (FIEE), administrado pelo governo estadual.

Em junho de 2025, os trabalhos tinham alcançado 22% de execução física, segundo a Seinfra. Naquele estágio, as equipes realizavam serviços de infraestrutura elétrica e fundações para sustentar os painéis solares.



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